Lançamento do Virtual Vision 10: conheça as novas funcionalidades da ferramenta

Suporte ao Windows 10, avisos de links durante a leitura de PDF e leitura de descrições de imagens em documentos são algumas das novas funções apresentadas pela solução

O Virtual Vision (VV) é a solução definitiva para que pessoas com deficiência visual possam utilizar com autonomia Windows, Office, Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz. A ferramenta "varre" os programas em busca de informações que podem ser lidas para o usuário, possibilitando a navegação por menus, telas e textos presentes em praticamente qualquer aplicativo.



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Virtual Vision para escolas públicas de todo o Brasil

Detalhes do acordo cooperação técnica firmado entre o Ministério da Educação e a MicroPower

Em 26 de agosto de 2015, foi publicado no Diário Oficial da União o extrato do acordo de cooperação técnica firmado entre o Ministério da Educação (MEC) e a MicroPower, que tem por objeto o licenciamento gratuito do programa Virtual Vision para as escolas públicas de Educação Básica que tenham implantado salas de recursos multifuncionais.



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Licenças gratuitas do Virtual Vision são oferecidas para professores da rede estadual

Ação faz parte da parceria entre a Micropower e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Os professores coordenadores de Tecnologia das Diretorias de Ensino ganharão um novo aliado para trabalhar em sala de aula neste segundo semestre. Em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, a MicroPower irá oferecer aos educadores da rede estadual licenças gratuitas do leitor de tela Virtual Vision – software voltado para pessoas com deficiência visual, que permite a leitura de programas como Windows, Office, Internet Explorer, entre outros aplicativos, por meio de um sintetizador de voz.



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Diversidade Humana: um dos pilares da alta performance

Destaque no Prêmio Learning & Performance Brasil 2015/2016, o momento Diversidade Humana reconheceu as instituições que contribuíram para o desenvolvimento de pessoas em nosso país

Um dos pilares da alta performance é o respeito à diversidade humana. Não por acaso, esse tema teve destaque na agenda do Prêmio Learning & Performance Brasil 2015/2016. Logo no início da cerimônia, Francisco Antonio Soeltl, presidente e CEO da MicroPower e do Instituto Learning & Performance Brasil, apresentou a criação do instituto e reforçou a sua causa:

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Blitab: o primeiro tablet em braille

Com o protótipo em mãos, fabricante busca investidores para comercializar produto

O primeiro tablet em braille já saiu do papel (está em estado de protótipo) e agora aguarda investimento para começar a ser comercializado. Caso a rodada de financiamento dê certo, a previsão para início das vendas será o mês de setembro de 2016.



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Tecnologia colaborativa

App conecta deficientes visuais a voluntários preparados para ajudar em atividades rotineiras

Equipamentos, sistemas, blogs e apps, cada vez mais, novas tecnologias são criadas para melhorar a vida das pessoas e integrá-las. O Be My Eyes é uma dessas maravilhas. O aplicativo para iOS conecta pessoas com deficiência visual a voluntários dispostos a "emprestar" seus olhos para que sejam usados em tarefas cotidianas, como verificar a validade de um remédio, ler o rótulo de um produto ou saber informações a respeito de determinado local.

Para utilizar o app é preciso apenas uma boa conexão à internet, seja por Wi-Fi ou 3G/4G, pois a ajuda é feita por videochamada. De forma simples e rápida, a pessoa com deficiência visual faz o chamado pelo aplicativo, o voluntário recebe a notificação e, ao aceitar a chamada, a conexão é estabelecida. Usando a voz, o voluntário descreve o que aparece em sua tela. 

De acordo com Hans Jorgen Wiberg, criador do projeto, o app é uma boa oportunidade para o indivíduo ocupado, moderno e com a energia de ajudar os outros. O Be My Eyes já conta com mais de 88 mil voluntários e 6,7 mil deficientes visuais cadastrados. Para incentivar os voluntários, o app ainda concede pontos por cada pessoa ajudada. “Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas com deficiência visual em todo o mundo”, diz Wiberg.
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Novidade da Netflix para deficientes visuais

Disponível em inglês, a audiodescrição detalha a ambientação das cenas e a aparência de personagens

A Netflix, empresa americana que oferece o serviço de TV por internet, agora conta com um sistema de narração para deficientes visuais. A audiodescrição fica disponível na lista de opções de áudio e apresenta, com riqueza de detalhes, a ambientação das cenas, dos cenários e a aparência das personagens. 

A nova produção da Marvel Demolidor foi a primeira série a ser disponibilizada nesse formato. Nas próximas semanas, produções como House of Cards, Orange is The New Black, Unbreakable Kimmy Schmidt e Marco Polo também contarão com a função.

Até o momento, o recurso está disponível apenas em inglês. Mas a Netflix adiantou que pretende estender a novidade para outros idiomas. Além disso, a empresa incluirá a audiodescrição em suas séries originais, filmes e outros programas. “Estamos trabalhando com estúdios e donos de conteúdos para aumentar a presença da ferramenta em vários dispositivos, incluindo TVs, tablets e smartphones”, disse Tracy Wright, diretora de operações de conteúdo do serviço de streaming de vídeos da Netflix.
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Os cinco erros mais comuns na hora de contratar uma pessoa com deficiência

Falhas cometidas por empresas que devem incluir no time de funcionários pessoas com deficiência

Ao optar pela contratação de um funcionário com deficiência, a empresa demonstra respeito e reconhecimento pela igualdade entre as pessoas. Mas ela deve estar preparada para receber esse colaborador. Alecsandra Neri, coordenadora educacional do Instituto da Oportunidade Social (IOS) revela os principais erros cometidos por instituições que devem incluir no quadro de funcionários pessoas com deficiência e sugere algumas soluções para os gestores da área de Recursos Humanos (RH). Confira!

1 – Desconhecimento da Lei de Cotas
A Lei de Cotas (Lei nº 8.213) de 1991 estabelece que empresas com cem ou mais empregados devem contratar pessoas com deficiência ou beneficiários da Previdência Social. O percentual de contratação pode variar de 2% a 5%, conforme o número de funcionários da empresa. De acordo com o Instituto da Oportunidade Social, o primeiro erro das organizações é não conhecer a lei, pois, assim são criados mitos e preconceitos. Portanto, antes de qualquer seleção ou contratação, o departamento de RH deve fazer pesquisas, por meio de sites, instituições especializadas e do Ministério do Trabalho, para receber o colaborador com deficiência e integrá-lo da melhor maneira possível.

2 - Medo do entrevistado
Pode parecer estranho, mas nem todos os entrevistadores sentem-se confortáveis para entrevistar uma pessoa com deficiência. Há receio de perguntar sobre os limites, ser invasivo ou até por querer entender um pouco mais sobre a deficiência. Segundo Alecsandra Neri, é preciso ter em mente que querer entender sobre as limitações da pessoa com deficiência não significa intromissão. “Saber perguntar e ouvir o que uma pessoa com deficiência pode ou não fazer, permite compreender melhor as atividades que ela poderá exercer dentro da empresa, possibilitando identificar se o candidatado à vaga poderá exercer tal função com ou não adaptação do ambiente de trabalho de acordo com as suas limitações" afirma a coordenadora educacional do IOS.

3 – Basear-se no "achismo"
Por medo ou ignorância, muitos entrevistadores julgam a capacidade do entrevistado por sua deficiência. Mesmo que haja dúvidas sobre o laudo médico, consulte o especialista (médico do trabalho), o corpo técnico da área de inclusão ou até o site do Ministério do Trabalho e certifique-se de cada detalhe para a contratação.

4 – Generalizar os processos seletivos
Os processos seletivos que envolvem profissionais com deficiência incluem uma série de particularidades que precisam ser levadas em consideração para que haja alinhamento entre a vaga e o trabalhador. Veja algumas perguntas que podem ser feitas em entrevista, de acordo com o corpo educacional do IOS.

  • Você pode me explicar sobre sua deficiência?
  • Você nasceu com a deficiência ou adquiriu ao longo da vida?
  • Pode explicar sobre suas limitações?
  • Conte-me sobre suas experiências profissionais.
  • Já trabalhou anteriormente pela lei de cotas?
  • Precisa de alguma ajuda para preencher a ficha de cadastro?
  • Precisa de alguma adaptação no ambiente de trabalho?

5 – Não sensibilizar gestores, líderes e colaboradores
Atente-se a esse fator. Envolver o time e criar um processo de sensibilização de gestores, líderes e demais colaboradores é essencial para receber a pessoa com deficiência com naturalidade, fazendo com que ela se sinta acolhida no ambiente de trabalho. 
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Aplicativo guia

Ainda em teste na cidade de Londres, sistema ajuda deficientes visuais a andar de metrô com mais segurança

Conforme divulgado pelo portal BBC Brasil, o sistema funciona da seguinte maneira: antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem a eles instruções detalhadas pelo fone de ouvido. 

Para os deficientes visuais que fazem parte do programa de teste, além de ser uma experiência libertadora, a tecnologia gera autonomia, confiança e segurança e, ainda, pode criar mais oportunidades de trabalho. 

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço. Os desenvolvedores do projeto afirmam que ele não se restringe ao uso em metrô, já que a antena utilizada é pequena e pode ser fixada em qualquer lugar. Para conferir a reportagem completa, acesse o site da BBC Brasil.
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Fundação Dorina oferece curso gratuito de orientação e mobilidade

O Curso de Orientação e Mobilidade será ministrado por especialistas na área da deficiência em seis capitais brasileiras


A perda ou a diminuição da capacidade de enxergar afeta a interação de qualquer cidadão com o ambiente, podendo interferir, inclusive, em seu direito básico de ir e vir. Dessa forma, orientação e mobilidade mostram-se como os principais recursos de autonomia e liberdade para uma pessoa com deficiência visual.  

 

Com o apoio do Governo Federal – Secretaria dos Direitos Humanos, a Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolveu o Curso de Orientação e Mobilidade, um projeto pautado na qualificação de professores, educadores e demais profissionais da área de educação e saúde. Seu principal objetivo é fazer com que os participantes aprendam técnicas de como conduzir, com segurança e eficiência, uma pessoa com deficiência visual em diferentes situações.

 

Ministrado por especialistas na área de deficiência e no ensino de orientação e mobilidade, o curso tem carga de 40 horas e oferece certificação aos participantes. Detalhes sobre inscrições podem ser obtidos por e-mail ou pelos telefones (48) 3226-7005 e (48) 8411-2509. Confira a agenda do evento e, para mais informações, acesse o site


Programação Curso de Orientação e Mobilidade

Manaus (AM) – 25 a 29 de maio de 2015

Belém (PA) – 25 a 29 de maio de 2015

Cuiabá (MT) – 22 a 26 de junho de 2015

Brasília (DF) – 29 de junho a 03 de julho de 2015

Natal (RN) – 24 a 28 de agosto de 2015

Fortaleza (CE) – 24 a 28 de agosto de 2015

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