Prefeitura de São Caetano inaugura Adendo de Livros em Braille e audiolivros


Em celebração ao Dia Nacional do Sistema Braille, comemorado na última quarta-feira (8/4), a Prefeitura de São Caetano do Sul inaugurou o Adendo de Livros em Braille e audiolivros da Biblioteca Dirma das Neves Vicente, localizada na Agência de Desenvolvimento do Bairro Prosperidade (Avenida Prosperidade, 441). Mais informações sobre o novo espaço pelo telefone 4226-6057.
 
O acervo é composto por cerca de 310 volumes de edições em audiolivros, braille e fonte ampliada, doados em parceria permanente com a Fundação Dorina Nowill e o Instituto Benjamin Constant, que prevê a atualização dos mesmos. São livros com temas de autoajuda, educativos, infanto-juvenis e clássicos, como O Pequeno Príncipe, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, Menino Maluquinho, de Ziraldo, Iracema, de José de Alencar, Atlas Geográfico, da Editora Melhoramentos, entre outros diversos exemplares.
 
A iniciativa da Prefeitura valoriza ainda mais o Bairro Prosperidade, já que no local, às quartas-feiras, das 10h às 11h30, são ministradas gratuitamente à população aulas de Braille e Técnicas de Orientação e Mobilidade. E nas quintas-feiras, das 15h às 17h, Língua Brasileira de Sinais (Libras). Alunos do curso de Braille com e sem deficiência visual, a maior parte formada de moradores locais, tiveram o primeiro contato com os livros e aprovaram.
 
“Estamos entregando à população mais esta ação de inclusão. O governo investe bastante no setor, com destaque à natação adaptada, que é referência nacional, o aplicativo CittaMobi, que facilita o acesso aos ônibus municipais para deficientes ou não, e em várias áreas da Administração”, ressaltou o secretário de Comunicação Social e chefe de gabinete em exercício, Fernando Scarmelloti, que na oportunidade representou o prefeito Paulo Pinheiro.
 
Para o secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, Thiago Tortorello, o adendo proporcionará aos munícipes com deficiência visual ou não a chance de se atualizarem. “São Caetano é uma cidade inclusiva. Prova disso é o grande sucesso dos cursos aqui na agência. Teremos que abrir novas turmas. Este prédio, que abrigava a Caixa Econômica Federal, foi todo revitalizado no começo da gestão. E agora estamos dando uma utilidade importante, especialmente, para os moradores do bairro.”
 
Além de Scarmelloti e Thiago, estiverem presentes na cerimônia de lançamento, a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Graça Pinheiro, a responsável pela agência, Glória Santos, vereador Jorge Salgado, autoridades e funcionários municipais e alunos dos cursos.
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MicroPower confere as novidades da Reatech 2015


Ontem, 9 de abril, a MicroPower foi conferir as novidades na abertura do maior evento da América Latina dedicado às pessoas com deficiência (PcD), a Reatech 2015 - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade.

O evento, que é gratuito, neste ano reforça o compromisso de trazer inovações em soluções de produtos, equipamentos e serviços, refletindo na melhoria da qualidade de vida e integração da sociedade e ao trabalho das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A feira acontece até o dia 12 de abril de 2015, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, reunindo durante quatro dias, a indústria nacional e internacional, representada por 300 marcas expositoras de aplicativos, adaptações veiculares, cadeiras de rodas elétricas, próteses e órteses, aparelhos auditivos, produtos ortopédicos, materiais hospitalares, distribuidores de produtos, educação, entidades públicas e privadas, entre outros, numa ampla oportunidade de negócios e relacionamento entre empresas do segmento, profissionais do setor e consumidores.


O Bradesco marcou presença na Reatech, mostrando o site totalmente acessível e o funcionamento do Virtual Vision, solução para que pessoas com deficiência visual possam utilizar com autonomia o Windows, o Office, o Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz.


Para atender as necessidades dos visitantes, a feira terá manual em braille, piso podotátil, maior quantidade de banheiros adaptados e corredores mais largos, facilitando a visitação de todos que frequentarem o evento.


Além da área expositiva, a organização da feira preparou uma lista de atividades culturais e sociais como palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados e quadras poliesportivas, dentre outras. Diversas empresas do setor de empregabilidade disponibilizam vagas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de receber currículos de candidatos. Um dos principais atrativos da feira é a oportunidade de participar da ampla programação de seminários, workshops e oficinas.


A Reatech acontece na São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - São Paulo.

Confira a programação completa clicando aqui.

Sobre a Reatech: Organizada pela Cipa Fiera Milano, é considerada a maior feira de reabilitação na América Latina. O evento reúne agências de emprego (com mais de sete mil vagas voltadas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida), intituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas, segmentos de animais treinados, aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal, prótese e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.
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Câmara aprova Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência


Após um acidente de carro, a deputada Mara Gabrilli (SP) viveu a experiência de não conseguir falar, se mexer nem respirar sozinha. Tetraplégica, ela conhece profundamente a situação dos 45 milhões de brasileiros que têm algum tipo de deficiência. Esse conhecimento deu a ela o papel de relatora do Estatuto da Pessoa com Deficiência, aprovado no plenário da Câmara. O texto seguirá para o Senado.

“Tenho muita gratidão por ter sido eleita para viver esse momento e saber que, a partir de hoje, 45 milhões de brasileiros passarão a ter direitos e poderão deixar de ser invisíveis”, disse da tribuna a tucana, que é terceira secretária da Mesa.

O projeto que deu origem ao texto é do ano de 2006, anterior à Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência. O documento resultante da reunião foi aprovado no Congresso em 2008 com quórum qualificado, ou seja, recebeu status de norma constitucional. “De lá para cá, muitos ‘fazedores de lei’, parlamentares e juízes, não conhecem a convenção e a desrespeitam”, explicou Mara.

No início do primeiro mandato, em 2011, a deputada deu início a um trabalho conjunto com juristas, especialistas e parlamentares para adaptar o projeto inicial. “Pela primeira vez na Casa um projeto foi feito de forma tão democrática”, lembrou. O resultado desse trabalho ainda foi avaliado em diversas audiências públicas por todo o país.

A população enviou suas considerações durante o período de consulta pública, de seis meses. O texto foi integralmente traduzido na Língua Brasileira de Sinais, algo inédito na Câmara. Mara destacou que o estatuto não é fruto de uma ou outra legenda: é suprapartidário. “Ter ou não uma deficiência não diz respeito a partido algum e isso os deputados demonstraram nas audiências feitas em todo o Brasil”, completou.

Entre outras medidas, o texto define o que é considerado deficiência e prevê atendimento prioritário em órgãos públicos para as pessoas com deficiência, além de dar ênfase nas políticas públicas.

O deputado Otavio Leite (RJ) destacou a abrangência da proposta: “23% da população brasileira têm algum tipo de deficiência e têm pleno direito consagrado na constituição aos bens civilizatórios, a tudo o que o ser humano pode alcançar na sua vida, como oportunidades de emprego, acesso a saúde e educação”, disse.

Ciência e Tecnologia – O plenário aprovou, por 315 votos a 1, o regime de urgência para o Projeto de Lei 2177/11, do líder da Oposição, deputado Bruno Araújo (PE), que muda a forma de atuação das instituições científicas e tecnológicas (ICT) públicas perante empresas e estimula a participação de pesquisadores junto a projetos de pesquisa por meio de parcerias com o setor privado.
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Exposição “Sentir prá Ver” leva as artes plástica às pessoas com deficiência


No próximo dia 7 de abril, a partir das 19h, acontece a abertura do exposição “Sentir prá Ver”, no “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”.

Reunindo uma seleção de 14 reproduções fotográficas de obras do acervo da Pinacoteca do Estado, a exposição “Sentir prá Ver” é um convite, a todos os públicos, para que apreciem, por meio dos sentidos, com ou sem o uso da visão, de alguns dos principais temas das artes plásticas como, retratos, natureza-morta, cenas, paisagens e abstração, pintados por artistas entre os séculos XIX e XX no Brasil.


Os temas representados foram organizados segundo uma leitura comparativa entre obras com temáticas semelhantes, representadas, porém, de formas diferentes, ampliando desse modo, as relações e significados que essas obras poderão suscitar nos visitantes.

Para garantir uma participação mais efetiva e autônoma de todos os públicos, respeitando as suas diferenças e necessidades, a exposição “Sentir prá Ver” foi concebida segundo os padrões de acessibilidade universal dirigidos principalmente às pessoas em cadeira de rodas, com mobilidade reduzida e perda parcial ou total de visão.

Seguindo o mesmo critério de acessibilidade, e para estimular e ampliar o conhecimento e a apreciação da arte utilizando-se de todos os sentidos foram elaborados para essa exposição, recursos de apoio multissensoriais como, reproduções em relevo, maquetes, extratos sonoros, poemas e textos investigativos, sendo estes últimos, disponibilizados em dupla leitura (tinta com letras ampliadas e Braille) para pessoas com deficiências visuais.

A partir da primeira mostra, realizada na Pinacoteca de São Paulo, no ano de 2012, a exposição “Sentir prá Ver” iniciou o seu programa de itinerância, cuja proposta é percorrer cidades do interior e litoral do Estado de São Paulo, como também, cidades de outras regiões do Brasil, contribuindo efetivamente para que o conceito de inclusão tenha um efeito multiplicador de incentivo e viabilização ao acesso de todos os públicos, independentemente de suas diferenças e necessidades.

A exposição continua do dia 8 de abril a 26 de junho, das 9h às 18h, de segunda à sexta-feira, no “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”, na Rua Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo, próximo à Estação Barra Funda.

Para mais informações, ligue para (11) 5212-3700 ou acesse o site: www.memorialdainclusao.sp.gov.br.

A entrada é gratuita e o site da exposição é: www.sentirpraver.com.br.
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MicroPower participa de evento sobre Inclusão de PcD Visual no Mercado de Trabalho

No último dia 12 de março, a MicroPower participou do evento “A Inclusão do PcD Visual no Mercado de Trabalho”, realizado pela AAPSA – Associação Paulista de Recursos Humanos e de Gestores de Pessoas, em São Paulo.

Com o objetivo de fornecer informações sobre como inserir uma pessoa com deficiência visual no quadro de funcionários de uma empresa, o evento abordou assuntos como o empreendedorismo da pessoa com deficiência e como definir uma vaga ou função.

O DJ e palestrante Anderson Farias, que trabalhou por 12 anos com tecnologia assistiva, falou sobre os sistemas que podem ser utilizados e as novas tecnologias que podem assessorar o deficiente visual, como o Virtual Vision, programa que possibilita o DV utilizar com autonomia o Windows, o Office, o Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz.

Anderson também falou sobre a importância da empresa dar oportunidade igual a todos os funcionários, simulando situações reais de trabalho e realizar testes, sempre acompanhados por pessoas com deficiência visual, além de treinamento e capacitação.


Encerrando o evento, Silvia Cury, palestrante e Coordenadora dos Programas do CTI, apresentou o CTI – Centro de Tecnologia e Inclusão, localizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (Pefi), em São Paulo. O espaço é gerenciado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM.

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Fundação Dorina lança "Coleção Clássicos Infantis" para crianças com deficiência visual


"Era uma vez" e "foram felizes para sempre" são frases que sempre atraíram o público infantil, e a magia é mesmo esta! A novidade é que esses famosos bordões estarão em 10 títulos infantis que poderão ser lidos por pessoas com deficiência visual, seus familiares, amigos e professores. Não são apenas as crianças que vão se encantar com os heróis, vilões e mocinhas dos contos de fadas. Os adultos também poderão reviver suas experiências junto aos pequenos com a nova coleção inclusiva desenvolvida pela Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Bela Adormecida, Cinderela, João e Maria, João e o Pé de Feijão, Os Três Porquinhos, Peter Pan, Robin Hood e Rapunzel foram os títulos selecionados para serem impressos seguindo o conceito de livro inclusivo. Os exemplares são impressos em braille e fonte ampliada, possui  relevos nas imagens, além de serem ilustrados de maneira caprichada e com cores vibrantes. Do jeito que qualquer criança gosta.

Há também um CD com a leitura das histórias com versão com e sem audiodescrição - recurso que transforma as imagens em palavras, aumentando o acesso das pessoas com deficiência visual a diferentes materiais. Os efeitos sonoros e lúdicos irão estimular os diferentes sentidos do leitor. Estas características fazem com que a Coleção Clássicos Acessíveis seja um material para que todos leiam e vivam juntos a magia e o encantamento proporcionados pelas sagas infantis!

"Para a criança com deficiência visual é muito importante ter um livro destes em suas mãos por ser um dos primeiros contatos com a leitura, com o universo dos contos de fadas, por trabalhar o imaginário com a atmosfera lúdica que as historinhas infantis proporcionam", afirma Ana Paula Silva, coordenadora de acesso ao livro da Fundação Dorina. "É um projeto inédito que vem para complementar em sala de aula e em outros ambientes sociais, permitindo que a criança cega ou com baixa visão leia sozinha, com seus amigos e parentes, que a leitura aconteça de pai para filho, de professor para aluno... É uma quebra de barreiras e uma forma de incluir por meio dos contos de fadas", completa a profissional. 

Foram produzidas 3 mil unidades da Coleção Clássicos Acessíveis que chegarão gratuitamente às bibliotecas, escolas públicas e instituições que atuam com o público com deficiência visual em todo o Brasil. Os kits são compostos por 10 exemplares (um de cada título) acompanhados por um CD com a leitura da história em versão com e sem audiodescrição. Em breve os livros estarão à venda no site da Fundação Dorina e no Dona Dorina Outlet.

Este lançamento faz parte da comemoração dos 69 anos da Fundação Dorina, comemorado em 11 de março. A instituição existe para que as pessoas com deficiência visual tenham suas vidas transformadas e garantir o acesso à cultura e à informação é uma das vias. 

O projeto Coleção Clássicos da Literatura Infantil, em formato acessível, foi viabilizado por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e contou com os Parceiros de Visão: Cielo, Azul Linhas Aéreas, Innova, Magazine Luiza, Alupar & Cemig, Kraton, Concessionária de Rodovias TEBE, Isapa, Faber-Castell, CRS Brands, Unifi do Brasil, Mineração Jundu, Planservi Engenharia e Bandeirantes Logística Integrada. A realização e iniciativa são Fundação Dorina Nowill para Cegos em parceria com o Ministério da Cultura e Governo Federal.  

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos - A Fundação Dorina Nowill para Cegos atua há 69 anos facilitando a inclusão de crianças, jovens e adultos cegos e com baixa visão, por meio de serviços gratuitos e especializados de reabilitação, educação especial, clínica de visão subnormal e programas de empregabilidade. A instituição foi fundada por Dorina de Gouvêia Nowill, que ficou cega aos 17 anos e percebeu a defasagem de livros para pessoas com deficiência visual no Brasil. A partir disso, iniciou um trabalho para que os livros em braille e a alfabetização por este método chegassem ao país. Com o passar do tempo, a Fundação do Livro para o Cego no Brasil tornou-se Fundação Dorina Nowill para Cegos e passou a oferecer novos produtos e serviços, além dos livros em braille. Atualmente, a instituição é referência na produção de livros e revistas acessíveis nos formatos braille, áudio e digital Daisy, distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 2500 escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil.
Website: www.fundacaodorina.org.br
Telefone: (11) 5087-0999
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Sonho de Natal!

Desejamos que a noite de Natal seja de muita luz e que o novo ano venha repleto de saúde e realizações. 
Equipes MicroPower e Comunidade Learning & Performance Brasil.


Nota: Nossa homenagem à Professora Yolanda Ascencio, que faleceu no dia 12 de dezembro de 2014 e foi responsável pelos poemas de Natal da MicroPower por muitos anos.
Obrigado, Professora Yolanda!
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Contribuição Social - 15 Anos de Virtual Vision


No último dia 24 de junho de 2013, no encerramento do Prêmio Learning & Performance Brasil 2013/2014, Daniel Musulin Soeltl, Diretor de Marketing da MicroPower, iniciou a homenagem aos parceiros do Virtual Vision, lembrando que o software está em constante evolução e cada vez mais presente na vida das pessoas com deficiência visual.

Em seguida, Francisco Soeltl anunciou o primeiro parceiro homenageado, o Bradesco, que distribui gratuitamente cópias do Virtual Vision a pessoas com deficiência visual. Milka Musulin entregou o troféu a Jeferson Honorato, superintendente executivo do Bradesco, Luca Cavalcanti, Diretor de Canais Digitais, e André Cano, Diretor executivo. Jeferson Honorato mencionou que a criação do software foi “um divisor de águas na história da inclusão social e digital de pessoas com deficiência visual”.


A Fundação Bradesco foi homenageada pela contribuição na capacitação de pessoas no uso do Virtual Vision.
Daniel Soeltl entregou o troféu a Marco Aurélio e Gina Ester Leôncio, representantes da Fundação. Marco Aurélio lembrou os 20 mil alunos que já passaram pelo curso e os 12 mil formados na acessibilidade ao software. 


Em seguida, Makiano Charan, Diretor-presidente da Adeva, e Guilherme Cavalieri, Diretor de Desenvolvimento Humano para América Latina da Serasa Experian - em nome de João Ribas, coordenador da área de Diversidade & Inclusão, receberam o troféu pela parceria e colaboração com o Virtual Vision. Markiano, que recebeu o troféu de Denis Costa, Diretor de Tecnologia da MicroPower, disse que a homenagem só o motiva a continuar com a capacitação de pessoas com deficiência visual para inclusão no mercado de trabalho. Milka Musulin passou o troféu a Guilherme Cavalieri, que citou o legado deixado à empresa por Elcio Anibal de Lucca, no tocante à inclusão digital.


Em seguida, Odecio Gregio, responsável pela implantação do Virtual Vision no Bradesco, recebeu de Daniel Soeltl o troféu e, em seu discurso, lembrou o prêmio Smithsonian, recebido pelo software. Por fim, emocionou-se ao lembrar relatos de pessoas que se diziam isoladas antes do Virtual Vision e, hoje, estão no mercado de trabalho.


O quinto homenageado foi o Governo do Estado de Goiás, representado por Wellington Soares, pelo Projeto Cidadania Digital Já, que envolve órgãos públicos e empresas privadas no apoio a entidades sociais públicas e do terceiro setor, que promovem a inclusão sociodigital.


Por fim, anunciou a formalização de um acordo com a MicroPower para beneficiar os deficientes visuais do estado de Goiás, por meio do Virtual Vision.
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15 anos de Virtual Vision - Congresso Learning & Performance Brasil 2013/2014


Nesta sessão do Customer Advisory Board, realizada ontem, dia 24, durante o Congresso L&P Brasil 2013/2014, foi abordado o marco de 15 anos do Virtual Vision. 

O primeiro a ter a palavra foi Daniel Musulin Soeltl, Diretor de marketing da MicroPower, que apresentou a linha do tempo do Virtual Vision, com histórico e fatos relevantes, como 1998 - lançamento do software; visita de Bill Gates ao Bradesco e indicação do Virtual Vision ao Smithsonian Computerworld Awards; 1999 - apresentação do Virtual Vision a Steven Ballmer (presidente da Microsoft em Seattle); 2009 e 2010 - implementação de mais de 65 melhorias e atualizações na versão 6.0; 2012 - lançamento da versão 7.0; entre outros. 


Daniel também enfatizou que o Programa de Capacitação e Empregabilidade de Pessoas com Deficiência Visual, proporcionado pelo Virtual Vision, já capacitou mais de 18 mil pessoas, em mais de 100 entidades em todo o País, além de recolocar profissionalmente 1.800 deficientes visuais. 


Para falar das melhorias na versão 7.0, Carlos Felipe Cacione Alves, programador responsável pelo Virtual Vision, tomou a palavra. Segundo ele, a MicroPower prevê 32 melhorias na versão, o que evidencia sua constante evolução. Está prevista, ainda para 2013, a entrega do pacote de compatibilidade com aplicações da Windows Store. 


Carlos também falou sobre o lançamento da versão 8.0, previsto para dezembro de 2013. Ela deverá apresentar diferenciais importantes, como navegação por elementos, acesso remoto, licenciamento para uso doméstico e corporativo, leituras em inglês e espanhol, navegação mais rápida e intuitiva, além do suporte ao usuário e a disponibilização de um FAQ. 


Finalizando, William Duarte de Oliveira, coordenador do Virtual Vision, falou sobre a parte técnica do software, começando pelo licenciamento da versão 8.0, cujo uso pode ser doméstico. O uso público será aberto a empresas, organizações públicas, escolas e universidades. 

Ele apresentou, ainda, alguns dos serviços prestados pela MicroPower e disponíveis a clientes e usuários, como análise de acessibilidade em sites, diagnóstico de acessibilidade em sites e sistemas, consultoria na construção de sites acessíveis e treinamento para funcionários usuários do programa. 

Ao final da sessão, houve uma homenagem a representantes de instituições parceiras do Virtual Vision, por sua contribuição para com a inclusão e capacitação de deficientes visuais para o mercado de trabalho, bem como a colaboradores da própria MicroPower. 

Capacitação de pessoas com deficiência visual


Presidida por André Rezende, analista de suporte do Virtual Vision, esta sessão teve um discurso de abertura feito por Manoel Piauilino, da Fundação Bradesco, sobre o pioneirismo da Fundação no interesse em desenvolver um software, que possibilitasse o acesso ao site por deficientes visuais. 



Em 1994, Laércio Sant’Anna, então cliente do Bradesco e deficiente visual, entrou em contato com a instituição e manifestou interesse em acessibilidade. Três anos depois, o Bradesco iniciava suas operações com o Virtual Vision, sem se preocupar com lucratividade, mas focando em fazer a diferença. 

Hoje, a Fundação não só possibilita o acesso ao site por meio do software como também desenvolve cursos com o apoio do Virtual Vision, como Windows XP e Internet 8.0. O sucesso dos cursos foi tal que a Fundação já está desenvolvendo outros. 

Manoel finalizou seu discurso citando que a parceria entre a Fundação Bradesco e o Virtual Vision possibilitou números bem expressivos: 6.821 atendimentos nos cursos ministrados, 4.716 instituições parceiras, 564 multiplicadores e 12.002 atendimentos. 

Nesse momento, duas pessoas da plateia se manifestaram acerca do Virtual Vision: 

“Estava sem expectativa, sem rumo” (...) “Depois que conheci a Fundação Bradesco e o Virtual Vision, minha vida mudou.” (Márcio Carli) 

“Inclusão é o privilégio de viver com as diferenças.” (Maria Teresa) 

Em seguida, Markiano Charan, Diretor-presidente da Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos), parabenizou o Virtual Vision por seus 15 anos, relembrando que o software possibilita a interação com a internet, a inclusão social e a inclusão do deficiente visual no mercado de trabalho. 

Markiano contou um pouco da história da Adeva com o Virtual Vision, que começou em 1999, quando a empresa ministrou o curso do software a professores da rede estadual de ensino. A partir do ano 2000, a Adeva iniciou a capacitação dos deficientes visuais e hoje apresenta números como: 2.500 pessoas capacitadas; 9 mil atendimentos; 60% dos capacitados incluídos no mercado de trabalho. 

A sessão foi finalizada por Joana Maria, integrante do Programa Senai de Ações Inclusivas – PSAI – Departamento Nacional. Ela está há 10 anos na instituição e conheceu o Virtual Vision por meio da Fundação Bradesco: “Em 2006, apresentei o Virtual Vision ao Senai e logo capacitamos 75 docentes na ferramenta”. De 2007 para cá, já foram então capacitadas mais de 80 mil pessoas. Ao final, parabenizou a MicroPower pelo desenvolvimento do importante software.

Empregabilidade para pessoas com deficiência 


Helena Miyahara, do Banco Bradesco, iniciou a sessão presidida por Sidnei Silvestre, com uma pergunta: “O que é diferente?” 

Segundo Helena, de acordo com o IBGE, os deficientes visuais somam 1% da população, e o que os torna diferentes dos demais é a falta de informação por parte da sociedade, acompanhada de um “pré-conceito” que teve início na Idade Média, quando se acreditava que a cegueira era um castigo de Deus. 

A palestrante apresentou um case denominado “Uma experiência real: Organização Bradesco”. Segundo ela, “Há 50 anos, não se falava muito em inclusão, mas o Bradesco já a tinha em seus projetos. Podemos dizer que está no DNA da empresa. Hoje, temos um programa de capacitação com 894 horas/aula”. 

Além dos cursos administrativos, o programa promove workshops de sensibilização, visando mostrar aos colaboradores não deficientes, como trabalhar para facilitar a adaptação de um deficiente visual. 

“Por meio de energia, de força e de sensibilização no coração, conseguimos incluir o deficiente visual no ambiente de trabalho. O deficiente visual é capaz!”. Assim, Helena finalizou sua palestra. 


Depois foi a vez de João Ribas, head de Diversidade & Inclusão da Gerência de Cidadania Corporativa da Serasa Experian. Ele foi objetivo em seu discurso: “Tenhamos pé no chão. Lei de cotas não garante empregos para deficientes visuais”. 


De acordo com ele, a própria lei preconiza que as empresas são livres para admitir e demitir colaboradores com deficiência. Portanto, a melhor saída é aperfeiçoar-se profissionalmente: “Temos de estar preparados para atuar no cargo, e só há uma maneira de crescer: buscando seu próprio desenvolvimento”. 


João citou o Virtual Vision como um software essencial ao desenvolvimento do deficiente visual e, por fim, enfatizou que a Serasa Experian emprega 20 funcionários com deficiência visual e que a integração entre eles e os demais colaboradores acontece por meio de uma Oficina de Sensibilização, denominada: “Como funciona o mundo de um deficiente visual?”.
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