Tecnologia colaborativa

App conecta deficientes visuais a voluntários preparados para ajudar em atividades rotineiras

Equipamentos, sistemas, blogs e apps, cada vez mais, novas tecnologias são criadas para melhorar a vida das pessoas e integrá-las. O Be My Eyes é uma dessas maravilhas. O aplicativo para iOS conecta pessoas com deficiência visual a voluntários dispostos a "emprestar" seus olhos para que sejam usados em tarefas cotidianas, como verificar a validade de um remédio, ler o rótulo de um produto ou saber informações a respeito de determinado local.

Para utilizar o app é preciso apenas uma boa conexão à internet, seja por Wi-Fi ou 3G/4G, pois a ajuda é feita por videochamada. De forma simples e rápida, a pessoa com deficiência visual faz o chamado pelo aplicativo, o voluntário recebe a notificação e, ao aceitar a chamada, a conexão é estabelecida. Usando a voz, o voluntário descreve o que aparece em sua tela. 

De acordo com Hans Jorgen Wiberg, criador do projeto, o app é uma boa oportunidade para o indivíduo ocupado, moderno e com a energia de ajudar os outros. O Be My Eyes já conta com mais de 88 mil voluntários e 6,7 mil deficientes visuais cadastrados. Para incentivar os voluntários, o app ainda concede pontos por cada pessoa ajudada. “Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas com deficiência visual em todo o mundo”, diz Wiberg.
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Aplicativo guia

Ainda em teste na cidade de Londres, sistema ajuda deficientes visuais a andar de metrô com mais segurança

Conforme divulgado pelo portal BBC Brasil, o sistema funciona da seguinte maneira: antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem a eles instruções detalhadas pelo fone de ouvido. 

Para os deficientes visuais que fazem parte do programa de teste, além de ser uma experiência libertadora, a tecnologia gera autonomia, confiança e segurança e, ainda, pode criar mais oportunidades de trabalho. 

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço. Os desenvolvedores do projeto afirmam que ele não se restringe ao uso em metrô, já que a antena utilizada é pequena e pode ser fixada em qualquer lugar. Para conferir a reportagem completa, acesse o site da BBC Brasil.
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