Tecnologia colaborativa

App conecta deficientes visuais a voluntários preparados para ajudar em atividades rotineiras

Equipamentos, sistemas, blogs e apps, cada vez mais, novas tecnologias são criadas para melhorar a vida das pessoas e integrá-las. O Be My Eyes é uma dessas maravilhas. O aplicativo para iOS conecta pessoas com deficiência visual a voluntários dispostos a "emprestar" seus olhos para que sejam usados em tarefas cotidianas, como verificar a validade de um remédio, ler o rótulo de um produto ou saber informações a respeito de determinado local.

Para utilizar o app é preciso apenas uma boa conexão à internet, seja por Wi-Fi ou 3G/4G, pois a ajuda é feita por videochamada. De forma simples e rápida, a pessoa com deficiência visual faz o chamado pelo aplicativo, o voluntário recebe a notificação e, ao aceitar a chamada, a conexão é estabelecida. Usando a voz, o voluntário descreve o que aparece em sua tela. 

De acordo com Hans Jorgen Wiberg, criador do projeto, o app é uma boa oportunidade para o indivíduo ocupado, moderno e com a energia de ajudar os outros. O Be My Eyes já conta com mais de 88 mil voluntários e 6,7 mil deficientes visuais cadastrados. Para incentivar os voluntários, o app ainda concede pontos por cada pessoa ajudada. “Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas com deficiência visual em todo o mundo”, diz Wiberg.
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Novidade da Netflix para deficientes visuais

Disponível em inglês, a audiodescrição detalha a ambientação das cenas e a aparência de personagens

A Netflix, empresa americana que oferece o serviço de TV por internet, agora conta com um sistema de narração para deficientes visuais. A audiodescrição fica disponível na lista de opções de áudio e apresenta, com riqueza de detalhes, a ambientação das cenas, dos cenários e a aparência das personagens. 

A nova produção da Marvel Demolidor foi a primeira série a ser disponibilizada nesse formato. Nas próximas semanas, produções como House of Cards, Orange is The New Black, Unbreakable Kimmy Schmidt e Marco Polo também contarão com a função.

Até o momento, o recurso está disponível apenas em inglês. Mas a Netflix adiantou que pretende estender a novidade para outros idiomas. Além disso, a empresa incluirá a audiodescrição em suas séries originais, filmes e outros programas. “Estamos trabalhando com estúdios e donos de conteúdos para aumentar a presença da ferramenta em vários dispositivos, incluindo TVs, tablets e smartphones”, disse Tracy Wright, diretora de operações de conteúdo do serviço de streaming de vídeos da Netflix.
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Os cinco erros mais comuns na hora de contratar uma pessoa com deficiência

Falhas cometidas por empresas que devem incluir no time de funcionários pessoas com deficiência

Ao optar pela contratação de um funcionário com deficiência, a empresa demonstra respeito e reconhecimento pela igualdade entre as pessoas. Mas ela deve estar preparada para receber esse colaborador. Alecsandra Neri, coordenadora educacional do Instituto da Oportunidade Social (IOS) revela os principais erros cometidos por instituições que devem incluir no quadro de funcionários pessoas com deficiência e sugere algumas soluções para os gestores da área de Recursos Humanos (RH). Confira!

1 – Desconhecimento da Lei de Cotas
A Lei de Cotas (Lei nº 8.213) de 1991 estabelece que empresas com cem ou mais empregados devem contratar pessoas com deficiência ou beneficiários da Previdência Social. O percentual de contratação pode variar de 2% a 5%, conforme o número de funcionários da empresa. De acordo com o Instituto da Oportunidade Social, o primeiro erro das organizações é não conhecer a lei, pois, assim são criados mitos e preconceitos. Portanto, antes de qualquer seleção ou contratação, o departamento de RH deve fazer pesquisas, por meio de sites, instituições especializadas e do Ministério do Trabalho, para receber o colaborador com deficiência e integrá-lo da melhor maneira possível.

2 - Medo do entrevistado
Pode parecer estranho, mas nem todos os entrevistadores sentem-se confortáveis para entrevistar uma pessoa com deficiência. Há receio de perguntar sobre os limites, ser invasivo ou até por querer entender um pouco mais sobre a deficiência. Segundo Alecsandra Neri, é preciso ter em mente que querer entender sobre as limitações da pessoa com deficiência não significa intromissão. “Saber perguntar e ouvir o que uma pessoa com deficiência pode ou não fazer, permite compreender melhor as atividades que ela poderá exercer dentro da empresa, possibilitando identificar se o candidatado à vaga poderá exercer tal função com ou não adaptação do ambiente de trabalho de acordo com as suas limitações" afirma a coordenadora educacional do IOS.

3 – Basear-se no "achismo"
Por medo ou ignorância, muitos entrevistadores julgam a capacidade do entrevistado por sua deficiência. Mesmo que haja dúvidas sobre o laudo médico, consulte o especialista (médico do trabalho), o corpo técnico da área de inclusão ou até o site do Ministério do Trabalho e certifique-se de cada detalhe para a contratação.

4 – Generalizar os processos seletivos
Os processos seletivos que envolvem profissionais com deficiência incluem uma série de particularidades que precisam ser levadas em consideração para que haja alinhamento entre a vaga e o trabalhador. Veja algumas perguntas que podem ser feitas em entrevista, de acordo com o corpo educacional do IOS.

  • Você pode me explicar sobre sua deficiência?
  • Você nasceu com a deficiência ou adquiriu ao longo da vida?
  • Pode explicar sobre suas limitações?
  • Conte-me sobre suas experiências profissionais.
  • Já trabalhou anteriormente pela lei de cotas?
  • Precisa de alguma ajuda para preencher a ficha de cadastro?
  • Precisa de alguma adaptação no ambiente de trabalho?

5 – Não sensibilizar gestores, líderes e colaboradores
Atente-se a esse fator. Envolver o time e criar um processo de sensibilização de gestores, líderes e demais colaboradores é essencial para receber a pessoa com deficiência com naturalidade, fazendo com que ela se sinta acolhida no ambiente de trabalho. 
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Aplicativo guia

Ainda em teste na cidade de Londres, sistema ajuda deficientes visuais a andar de metrô com mais segurança

Conforme divulgado pelo portal BBC Brasil, o sistema funciona da seguinte maneira: antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem a eles instruções detalhadas pelo fone de ouvido. 

Para os deficientes visuais que fazem parte do programa de teste, além de ser uma experiência libertadora, a tecnologia gera autonomia, confiança e segurança e, ainda, pode criar mais oportunidades de trabalho. 

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço. Os desenvolvedores do projeto afirmam que ele não se restringe ao uso em metrô, já que a antena utilizada é pequena e pode ser fixada em qualquer lugar. Para conferir a reportagem completa, acesse o site da BBC Brasil.
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Fundação Dorina oferece curso gratuito de orientação e mobilidade

O Curso de Orientação e Mobilidade será ministrado por especialistas na área da deficiência em seis capitais brasileiras


A perda ou a diminuição da capacidade de enxergar afeta a interação de qualquer cidadão com o ambiente, podendo interferir, inclusive, em seu direito básico de ir e vir. Dessa forma, orientação e mobilidade mostram-se como os principais recursos de autonomia e liberdade para uma pessoa com deficiência visual.  

 

Com o apoio do Governo Federal – Secretaria dos Direitos Humanos, a Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolveu o Curso de Orientação e Mobilidade, um projeto pautado na qualificação de professores, educadores e demais profissionais da área de educação e saúde. Seu principal objetivo é fazer com que os participantes aprendam técnicas de como conduzir, com segurança e eficiência, uma pessoa com deficiência visual em diferentes situações.

 

Ministrado por especialistas na área de deficiência e no ensino de orientação e mobilidade, o curso tem carga de 40 horas e oferece certificação aos participantes. Detalhes sobre inscrições podem ser obtidos por e-mail ou pelos telefones (48) 3226-7005 e (48) 8411-2509. Confira a agenda do evento e, para mais informações, acesse o site


Programação Curso de Orientação e Mobilidade

Manaus (AM) – 25 a 29 de maio de 2015

Belém (PA) – 25 a 29 de maio de 2015

Cuiabá (MT) – 22 a 26 de junho de 2015

Brasília (DF) – 29 de junho a 03 de julho de 2015

Natal (RN) – 24 a 28 de agosto de 2015

Fortaleza (CE) – 24 a 28 de agosto de 2015

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Prefeitura de São Caetano inaugura Adendo de Livros em Braille e audiolivros


Em celebração ao Dia Nacional do Sistema Braille, comemorado na última quarta-feira (8/4), a Prefeitura de São Caetano do Sul inaugurou o Adendo de Livros em Braille e audiolivros da Biblioteca Dirma das Neves Vicente, localizada na Agência de Desenvolvimento do Bairro Prosperidade (Avenida Prosperidade, 441). Mais informações sobre o novo espaço pelo telefone 4226-6057.
 
O acervo é composto por cerca de 310 volumes de edições em audiolivros, braille e fonte ampliada, doados em parceria permanente com a Fundação Dorina Nowill e o Instituto Benjamin Constant, que prevê a atualização dos mesmos. São livros com temas de autoajuda, educativos, infanto-juvenis e clássicos, como O Pequeno Príncipe, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, Menino Maluquinho, de Ziraldo, Iracema, de José de Alencar, Atlas Geográfico, da Editora Melhoramentos, entre outros diversos exemplares.
 
A iniciativa da Prefeitura valoriza ainda mais o Bairro Prosperidade, já que no local, às quartas-feiras, das 10h às 11h30, são ministradas gratuitamente à população aulas de Braille e Técnicas de Orientação e Mobilidade. E nas quintas-feiras, das 15h às 17h, Língua Brasileira de Sinais (Libras). Alunos do curso de Braille com e sem deficiência visual, a maior parte formada de moradores locais, tiveram o primeiro contato com os livros e aprovaram.
 
“Estamos entregando à população mais esta ação de inclusão. O governo investe bastante no setor, com destaque à natação adaptada, que é referência nacional, o aplicativo CittaMobi, que facilita o acesso aos ônibus municipais para deficientes ou não, e em várias áreas da Administração”, ressaltou o secretário de Comunicação Social e chefe de gabinete em exercício, Fernando Scarmelloti, que na oportunidade representou o prefeito Paulo Pinheiro.
 
Para o secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, Thiago Tortorello, o adendo proporcionará aos munícipes com deficiência visual ou não a chance de se atualizarem. “São Caetano é uma cidade inclusiva. Prova disso é o grande sucesso dos cursos aqui na agência. Teremos que abrir novas turmas. Este prédio, que abrigava a Caixa Econômica Federal, foi todo revitalizado no começo da gestão. E agora estamos dando uma utilidade importante, especialmente, para os moradores do bairro.”
 
Além de Scarmelloti e Thiago, estiverem presentes na cerimônia de lançamento, a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Graça Pinheiro, a responsável pela agência, Glória Santos, vereador Jorge Salgado, autoridades e funcionários municipais e alunos dos cursos.
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MicroPower confere as novidades da Reatech 2015


Ontem, 9 de abril, a MicroPower foi conferir as novidades na abertura do maior evento da América Latina dedicado às pessoas com deficiência (PcD), a Reatech 2015 - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade.

O evento, que é gratuito, neste ano reforça o compromisso de trazer inovações em soluções de produtos, equipamentos e serviços, refletindo na melhoria da qualidade de vida e integração da sociedade e ao trabalho das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A feira acontece até o dia 12 de abril de 2015, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, reunindo durante quatro dias, a indústria nacional e internacional, representada por 300 marcas expositoras de aplicativos, adaptações veiculares, cadeiras de rodas elétricas, próteses e órteses, aparelhos auditivos, produtos ortopédicos, materiais hospitalares, distribuidores de produtos, educação, entidades públicas e privadas, entre outros, numa ampla oportunidade de negócios e relacionamento entre empresas do segmento, profissionais do setor e consumidores.


O Bradesco marcou presença na Reatech, mostrando o site totalmente acessível e o funcionamento do Virtual Vision, solução para que pessoas com deficiência visual possam utilizar com autonomia o Windows, o Office, o Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz.


Para atender as necessidades dos visitantes, a feira terá manual em braille, piso podotátil, maior quantidade de banheiros adaptados e corredores mais largos, facilitando a visitação de todos que frequentarem o evento.


Além da área expositiva, a organização da feira preparou uma lista de atividades culturais e sociais como palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados e quadras poliesportivas, dentre outras. Diversas empresas do setor de empregabilidade disponibilizam vagas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de receber currículos de candidatos. Um dos principais atrativos da feira é a oportunidade de participar da ampla programação de seminários, workshops e oficinas.


A Reatech acontece na São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - São Paulo.

Confira a programação completa clicando aqui.

Sobre a Reatech: Organizada pela Cipa Fiera Milano, é considerada a maior feira de reabilitação na América Latina. O evento reúne agências de emprego (com mais de sete mil vagas voltadas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida), intituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas, segmentos de animais treinados, aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal, prótese e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.
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Câmara aprova Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência


Após um acidente de carro, a deputada Mara Gabrilli (SP) viveu a experiência de não conseguir falar, se mexer nem respirar sozinha. Tetraplégica, ela conhece profundamente a situação dos 45 milhões de brasileiros que têm algum tipo de deficiência. Esse conhecimento deu a ela o papel de relatora do Estatuto da Pessoa com Deficiência, aprovado no plenário da Câmara. O texto seguirá para o Senado.

“Tenho muita gratidão por ter sido eleita para viver esse momento e saber que, a partir de hoje, 45 milhões de brasileiros passarão a ter direitos e poderão deixar de ser invisíveis”, disse da tribuna a tucana, que é terceira secretária da Mesa.

O projeto que deu origem ao texto é do ano de 2006, anterior à Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência. O documento resultante da reunião foi aprovado no Congresso em 2008 com quórum qualificado, ou seja, recebeu status de norma constitucional. “De lá para cá, muitos ‘fazedores de lei’, parlamentares e juízes, não conhecem a convenção e a desrespeitam”, explicou Mara.

No início do primeiro mandato, em 2011, a deputada deu início a um trabalho conjunto com juristas, especialistas e parlamentares para adaptar o projeto inicial. “Pela primeira vez na Casa um projeto foi feito de forma tão democrática”, lembrou. O resultado desse trabalho ainda foi avaliado em diversas audiências públicas por todo o país.

A população enviou suas considerações durante o período de consulta pública, de seis meses. O texto foi integralmente traduzido na Língua Brasileira de Sinais, algo inédito na Câmara. Mara destacou que o estatuto não é fruto de uma ou outra legenda: é suprapartidário. “Ter ou não uma deficiência não diz respeito a partido algum e isso os deputados demonstraram nas audiências feitas em todo o Brasil”, completou.

Entre outras medidas, o texto define o que é considerado deficiência e prevê atendimento prioritário em órgãos públicos para as pessoas com deficiência, além de dar ênfase nas políticas públicas.

O deputado Otavio Leite (RJ) destacou a abrangência da proposta: “23% da população brasileira têm algum tipo de deficiência e têm pleno direito consagrado na constituição aos bens civilizatórios, a tudo o que o ser humano pode alcançar na sua vida, como oportunidades de emprego, acesso a saúde e educação”, disse.

Ciência e Tecnologia – O plenário aprovou, por 315 votos a 1, o regime de urgência para o Projeto de Lei 2177/11, do líder da Oposição, deputado Bruno Araújo (PE), que muda a forma de atuação das instituições científicas e tecnológicas (ICT) públicas perante empresas e estimula a participação de pesquisadores junto a projetos de pesquisa por meio de parcerias com o setor privado.
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Exposição “Sentir prá Ver” leva as artes plástica às pessoas com deficiência


No próximo dia 7 de abril, a partir das 19h, acontece a abertura do exposição “Sentir prá Ver”, no “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”.

Reunindo uma seleção de 14 reproduções fotográficas de obras do acervo da Pinacoteca do Estado, a exposição “Sentir prá Ver” é um convite, a todos os públicos, para que apreciem, por meio dos sentidos, com ou sem o uso da visão, de alguns dos principais temas das artes plásticas como, retratos, natureza-morta, cenas, paisagens e abstração, pintados por artistas entre os séculos XIX e XX no Brasil.


Os temas representados foram organizados segundo uma leitura comparativa entre obras com temáticas semelhantes, representadas, porém, de formas diferentes, ampliando desse modo, as relações e significados que essas obras poderão suscitar nos visitantes.

Para garantir uma participação mais efetiva e autônoma de todos os públicos, respeitando as suas diferenças e necessidades, a exposição “Sentir prá Ver” foi concebida segundo os padrões de acessibilidade universal dirigidos principalmente às pessoas em cadeira de rodas, com mobilidade reduzida e perda parcial ou total de visão.

Seguindo o mesmo critério de acessibilidade, e para estimular e ampliar o conhecimento e a apreciação da arte utilizando-se de todos os sentidos foram elaborados para essa exposição, recursos de apoio multissensoriais como, reproduções em relevo, maquetes, extratos sonoros, poemas e textos investigativos, sendo estes últimos, disponibilizados em dupla leitura (tinta com letras ampliadas e Braille) para pessoas com deficiências visuais.

A partir da primeira mostra, realizada na Pinacoteca de São Paulo, no ano de 2012, a exposição “Sentir prá Ver” iniciou o seu programa de itinerância, cuja proposta é percorrer cidades do interior e litoral do Estado de São Paulo, como também, cidades de outras regiões do Brasil, contribuindo efetivamente para que o conceito de inclusão tenha um efeito multiplicador de incentivo e viabilização ao acesso de todos os públicos, independentemente de suas diferenças e necessidades.

A exposição continua do dia 8 de abril a 26 de junho, das 9h às 18h, de segunda à sexta-feira, no “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”, na Rua Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo, próximo à Estação Barra Funda.

Para mais informações, ligue para (11) 5212-3700 ou acesse o site: www.memorialdainclusao.sp.gov.br.

A entrada é gratuita e o site da exposição é: www.sentirpraver.com.br.
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MicroPower participa de evento sobre Inclusão de PcD Visual no Mercado de Trabalho

No último dia 12 de março, a MicroPower participou do evento “A Inclusão do PcD Visual no Mercado de Trabalho”, realizado pela AAPSA – Associação Paulista de Recursos Humanos e de Gestores de Pessoas, em São Paulo.

Com o objetivo de fornecer informações sobre como inserir uma pessoa com deficiência visual no quadro de funcionários de uma empresa, o evento abordou assuntos como o empreendedorismo da pessoa com deficiência e como definir uma vaga ou função.

O DJ e palestrante Anderson Farias, que trabalhou por 12 anos com tecnologia assistiva, falou sobre os sistemas que podem ser utilizados e as novas tecnologias que podem assessorar o deficiente visual, como o Virtual Vision, programa que possibilita o DV utilizar com autonomia o Windows, o Office, o Internet Explorer e outros aplicativos, através da leitura dos menus e telas desses programas por um sintetizador de voz.

Anderson também falou sobre a importância da empresa dar oportunidade igual a todos os funcionários, simulando situações reais de trabalho e realizar testes, sempre acompanhados por pessoas com deficiência visual, além de treinamento e capacitação.


Encerrando o evento, Silvia Cury, palestrante e Coordenadora dos Programas do CTI, apresentou o CTI – Centro de Tecnologia e Inclusão, localizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (Pefi), em São Paulo. O espaço é gerenciado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM.

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