O dia “D” para cadastro de pessoas com deficiência em programa de inclusão profissional

O cadastro acontece hoje, 16/07, e há vagas para os cursos de assistente administrativo, almoxarife, assistente técnico de tecnologia de informação (TI) e inspetor de qualidade 

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realiza nesta quinta-feira, 16/7, das 9h às 12h30, no Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) na Vila Leopoldina, à rua Carlos Weber, 835, zona Oeste da capital paulista, ação especial para cadastrar pessoas com deficiência no programa Meu novo mundo, que prevê inclusão no mercado de trabalho.

Para fazer o cadastro, a pessoa com deficiência, com 14 anos ou mais, deve apresentar RG, CPF, laudo médico e histórico escolar ou declaração da escola que comprovante no nível escolar. Após o preenchimento de formulário, a pessoa será encaminhada para uma avaliação e formação de turmas, conforme o nível de escolaridade e tipo de deficiência, dentre outros critérios.




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Blitab: o primeiro tablet em braille

Com o protótipo em mãos, fabricante busca investidores para comercializar produto

O primeiro tablet em braille já saiu do papel (está em estado de protótipo) e agora aguarda investimento para começar a ser comercializado. Caso a rodada de financiamento dê certo, a previsão para início das vendas será o mês de setembro de 2016.



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Mutirão do emprego para jovens e pessoas com deficiência em São Paulo

Evento gratuito oferece ciclo de palestras, entrevistas e emissão de carteira de trabalho

Acontece hoje, 9 de junho, das 10h às 17h, em São Paulo, a 4ª edição do Mutirão do emprego para jovens e pessoas com deficiência. O evento retorna com o objetivo de promover o contato entre jovens, pessoas com deficiência e empresas, além de compartilhar informações sobre inserção no mercado de trabalho. 

Entre as atividades propostas estão ciclo de palestras a respeito de carreira com profissionais atuantes no mercado, avaliação de candidatos realizada por empresas, divulgação de vagas de emprego, simulação de entrevistas, testes vocacionais e emissão de carteira de trabalho.

Os interessados em emitir a carteira de trabalho devem levar os seguintes documentos: (1ª via) RG, certidão de nascimento ou casamento original e foto 3x4 recente; (2 ª via) todos os documentos citados anteriormente ou qualquer documento contendo número e série da carteira antiga. 

O evento é organizado pelo Instituto da Oportunidade Social (IOS), que atua há mais de 15 anos com o desenvolvimento de projetos de capacitação gratuita de jovens da rede pública de ensino e pessoas que possuem deficiência física, visual parcial e/ou auditiva.

Confira abaixo mais detalhes sobre a programação do Mutirão do Emprego IOS:

Palestra: Pessoas com deficiência: conhecer para incluir
Palestrante: Marinalva Cruz
Empresa: Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (PADEF)

Palestra: Empregabilidade – investindo no seu potencial
Palestrante: Marilena Guaraldo
Empresa: RHegente Assessoria

Palestra: Sustentabilidade Corporativa
Palestrante: Bruno Bacchi
Empresa: Ricca RI

Mutirão do Emprego IOS
Data: 9 de junho de 2015  
Horário: 10h às 17h
Local: Núcleo IOS  Rua Alferes Magalhães, 256, Santana (próximo ao metrô)
Informações: (11) 2532-8471
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Nomes em braille nas latas de Coca-Cola

A marca levou a campanha “Share to Coke” para deficientes visuais mexicanos

As famosas latas com nomes da Coca-Cola foram um grande sucesso entre os consumidores, tanto que a marca decidiu investir na democratização da experiência e levou a campanha “Share to Coke” para deficientes visuais da Cidade do México.

Em parceria com o Comité Internacional ProCiegos, uma entidade que treina deficientes visuais para a integração no mercado de trabalho, a agência Anonimo – responsável pela criação da campanha – instalou uma máquina para customizar as latas de Coca-Cola com o sistema de escrita e impressão Braille no pátio da ONG.

A ação foi teve um impacto tão positivo, que os criadores decidiram repeti-la em um cinema da rede Cinépolis, também no México, para que mais pessoas pudessem presentear parentes e amigos com deficiência visual. Confira o vídeo completo:


Por enquanto, as latas foram criadas apenas para a campanha e não serão comercializadas; além disso, ainda não temos informações sobre a extensão da ação em terras brasileiras. 
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3D permite que gestante sinta o embrião

Graças às impressões 3D, gestantes com deficiência visual já podem sentir seus bebês antes do parto

Você já deve ter ouvido falar das famosas impressoras 3D, que produzem desde objetos simples, como roupas, ferramentas e fones de ouvido aos mais complexos, instrumentos musicais, próteses e equipamentos médicos.

Com a crescente popularização dessa tecnologia, o que antes era um hobby de poucos já começa a conquistar o mercado corporativo; e o foco desse investimento é o consumidor. Graças às impressões 3D, gestantes com deficiência visual já podem sentir o rostinho de seus bebês antes mesmo deles nascerem. 

A Agência Mood criou uma campanha emocionante para a marca de fraldas Huggies com quatro filmes que mostram mães deficientes visuais “conhecendo” seus bebês. Os vídeos contam a história de cada uma das gestantes e exibem o momento em que elas sentem a reprodução do rostinho do bebê. Confira o vídeo Conhecendo Murilo.
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Caminhada da Bengala Verde

O evento pretende chamar a atenção da população para a realidade das pessoas com baixa visão


No dia 16 de maio, o Grupo Retina São Paulo realiza a Caminhada da Bengala Verde pela Avenida Paulista, em São Paulo. Com o slogan “Queremos que você nos veja”, os participantes pretendem chamar a atenção da população para a realidade das pessoas com baixa visão, aquelas com acuidade visual igual ou inferior a 20/200 ou com campo visual menor que 20 graus no melhor olho.


Conforme explica o site da ONG, essas pessoas não são totalmente cegas, mas têm uma capacidade muito reduzida de enxergar. No caso de diminuição da acuidade visual, os indivíduos têm dificuldades para realizar atividades como ler, reconhecer outras pessoas, cozinhar e dirigir. Já aqueles com alteração do campo visual não conseguem identificar pessoas que estejam ao seu lado, têm o caminhar comprometido e ficam propensos a tropeços e esbarrões.


Os problemas de baixa visão não podem ser solucionados com o uso de óculos ou cirurgias. Na maioria dos casos, eles são causados por doenças da retina ou glaucoma avançado, que não tem regressão. 


O uso da bengala verde por pessoas com baixa visão tornará possível sua identificação e diferenciação em relação às pessoas cegas. Segundo o Grupo Retina, a partir da conscientização, serão possíveis ações voltadas à melhoria das condições de acessibilidade, mobilidade e inserção social dos mesmos. E, ainda, a bengala passa a ser um instrumento de comunicação entre esses indivíduos e a sociedade. 


Para mais informações sobre o projeto ou como adquirir a bengala verde, acesse o site do Grupo Retina.


Projeto Bengala Verde

Dia 16 de maio, sábado, às 10h.

Local do encontro: Av. Paulista, em frente ao Parque Trianon, altura do número 1.000. 

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Tecnologia colaborativa

App conecta deficientes visuais a voluntários preparados para ajudar em atividades rotineiras

Equipamentos, sistemas, blogs e apps, cada vez mais, novas tecnologias são criadas para melhorar a vida das pessoas e integrá-las. O Be My Eyes é uma dessas maravilhas. O aplicativo para iOS conecta pessoas com deficiência visual a voluntários dispostos a "emprestar" seus olhos para que sejam usados em tarefas cotidianas, como verificar a validade de um remédio, ler o rótulo de um produto ou saber informações a respeito de determinado local.

Para utilizar o app é preciso apenas uma boa conexão à internet, seja por Wi-Fi ou 3G/4G, pois a ajuda é feita por videochamada. De forma simples e rápida, a pessoa com deficiência visual faz o chamado pelo aplicativo, o voluntário recebe a notificação e, ao aceitar a chamada, a conexão é estabelecida. Usando a voz, o voluntário descreve o que aparece em sua tela. 

De acordo com Hans Jorgen Wiberg, criador do projeto, o app é uma boa oportunidade para o indivíduo ocupado, moderno e com a energia de ajudar os outros. O Be My Eyes já conta com mais de 88 mil voluntários e 6,7 mil deficientes visuais cadastrados. Para incentivar os voluntários, o app ainda concede pontos por cada pessoa ajudada. “Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas com deficiência visual em todo o mundo”, diz Wiberg.
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Novidade da Netflix para deficientes visuais

Disponível em inglês, a audiodescrição detalha a ambientação das cenas e a aparência de personagens

A Netflix, empresa americana que oferece o serviço de TV por internet, agora conta com um sistema de narração para deficientes visuais. A audiodescrição fica disponível na lista de opções de áudio e apresenta, com riqueza de detalhes, a ambientação das cenas, dos cenários e a aparência das personagens. 

A nova produção da Marvel Demolidor foi a primeira série a ser disponibilizada nesse formato. Nas próximas semanas, produções como House of Cards, Orange is The New Black, Unbreakable Kimmy Schmidt e Marco Polo também contarão com a função.

Até o momento, o recurso está disponível apenas em inglês. Mas a Netflix adiantou que pretende estender a novidade para outros idiomas. Além disso, a empresa incluirá a audiodescrição em suas séries originais, filmes e outros programas. “Estamos trabalhando com estúdios e donos de conteúdos para aumentar a presença da ferramenta em vários dispositivos, incluindo TVs, tablets e smartphones”, disse Tracy Wright, diretora de operações de conteúdo do serviço de streaming de vídeos da Netflix.
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Os cinco erros mais comuns na hora de contratar uma pessoa com deficiência

Falhas cometidas por empresas que devem incluir no time de funcionários pessoas com deficiência

Ao optar pela contratação de um funcionário com deficiência, a empresa demonstra respeito e reconhecimento pela igualdade entre as pessoas. Mas ela deve estar preparada para receber esse colaborador. Alecsandra Neri, coordenadora educacional do Instituto da Oportunidade Social (IOS) revela os principais erros cometidos por instituições que devem incluir no quadro de funcionários pessoas com deficiência e sugere algumas soluções para os gestores da área de Recursos Humanos (RH). Confira!

1 – Desconhecimento da Lei de Cotas
A Lei de Cotas (Lei nº 8.213) de 1991 estabelece que empresas com cem ou mais empregados devem contratar pessoas com deficiência ou beneficiários da Previdência Social. O percentual de contratação pode variar de 2% a 5%, conforme o número de funcionários da empresa. De acordo com o Instituto da Oportunidade Social, o primeiro erro das organizações é não conhecer a lei, pois, assim são criados mitos e preconceitos. Portanto, antes de qualquer seleção ou contratação, o departamento de RH deve fazer pesquisas, por meio de sites, instituições especializadas e do Ministério do Trabalho, para receber o colaborador com deficiência e integrá-lo da melhor maneira possível.

2 - Medo do entrevistado
Pode parecer estranho, mas nem todos os entrevistadores sentem-se confortáveis para entrevistar uma pessoa com deficiência. Há receio de perguntar sobre os limites, ser invasivo ou até por querer entender um pouco mais sobre a deficiência. Segundo Alecsandra Neri, é preciso ter em mente que querer entender sobre as limitações da pessoa com deficiência não significa intromissão. “Saber perguntar e ouvir o que uma pessoa com deficiência pode ou não fazer, permite compreender melhor as atividades que ela poderá exercer dentro da empresa, possibilitando identificar se o candidatado à vaga poderá exercer tal função com ou não adaptação do ambiente de trabalho de acordo com as suas limitações" afirma a coordenadora educacional do IOS.

3 – Basear-se no "achismo"
Por medo ou ignorância, muitos entrevistadores julgam a capacidade do entrevistado por sua deficiência. Mesmo que haja dúvidas sobre o laudo médico, consulte o especialista (médico do trabalho), o corpo técnico da área de inclusão ou até o site do Ministério do Trabalho e certifique-se de cada detalhe para a contratação.

4 – Generalizar os processos seletivos
Os processos seletivos que envolvem profissionais com deficiência incluem uma série de particularidades que precisam ser levadas em consideração para que haja alinhamento entre a vaga e o trabalhador. Veja algumas perguntas que podem ser feitas em entrevista, de acordo com o corpo educacional do IOS.

  • Você pode me explicar sobre sua deficiência?
  • Você nasceu com a deficiência ou adquiriu ao longo da vida?
  • Pode explicar sobre suas limitações?
  • Conte-me sobre suas experiências profissionais.
  • Já trabalhou anteriormente pela lei de cotas?
  • Precisa de alguma ajuda para preencher a ficha de cadastro?
  • Precisa de alguma adaptação no ambiente de trabalho?

5 – Não sensibilizar gestores, líderes e colaboradores
Atente-se a esse fator. Envolver o time e criar um processo de sensibilização de gestores, líderes e demais colaboradores é essencial para receber a pessoa com deficiência com naturalidade, fazendo com que ela se sinta acolhida no ambiente de trabalho. 
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Aplicativo guia

Ainda em teste na cidade de Londres, sistema ajuda deficientes visuais a andar de metrô com mais segurança

Conforme divulgado pelo portal BBC Brasil, o sistema funciona da seguinte maneira: antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem a eles instruções detalhadas pelo fone de ouvido. 

Para os deficientes visuais que fazem parte do programa de teste, além de ser uma experiência libertadora, a tecnologia gera autonomia, confiança e segurança e, ainda, pode criar mais oportunidades de trabalho. 

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço. Os desenvolvedores do projeto afirmam que ele não se restringe ao uso em metrô, já que a antena utilizada é pequena e pode ser fixada em qualquer lugar. Para conferir a reportagem completa, acesse o site da BBC Brasil.
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